Chegada da Chama Crioula

Semana Farroupilha 2017
15 Setembro 2017

 No dia 15 de Setembro foi realizada a Abertura da Semana Farroupilha com os Cavalarianos do CTG Pedro Porto  que conduziram a chama crioula.

 A história da chama vem carregada de tradição:

 O objetivo de resgatar, preservar e proporcionar a revitalização das coisas tradicionais do Rio Grande do Sul, através da história gaúcha.

Centenas de cavaleiros estão percorrendo campos e estradas do Estado para conduzir a Chama Crioula, símbolo das comemorações da Semana Farroupilha. Com 70 anos de tradição, o ritual, nesta edição 2017, começou em Mostardas, ainda no mês de Agosto.

Em torno da Pedra de Anita, no distrito de São Simão, do município de Mostardas, a Chama Crioula foi novamente acesa. O local, à beira de uma histórica figueira, registrou uma passagem da Revolução Farroupilha e o nascimento do primeiro filho de Anita e Giuseppe Garibaldi, Domenico Menotti Garibaldi.

Por isso, as mesmas terras foram escolhidas para a solenidade de início dos Festejos Farroupilhas de 2017, que também marcam os 70 anos da primeira geração da Chama Crioula, no movimento de setembro de 1947.

 Assim que a Chama foi gerada, foi levada da localidade de São Simão em cavalgada até a cidade de Mostardas e recebida no parque de rodeios do Centro de Tradições Gaúchas (CTG) Tropeiros do Litoral, começando a serem distribuídas para todas as 30 regiões tradicionalistas do Interior do Rio Grande do Sul.

Deve-se tentar revigorar o sentimento de valorização da cultura e da identidade regional, da mesma forma como foi feito 70 anos atrás. "Talvez esse universo que esteja a nossa volta conspire para mergulharmos nessa profunda reflexão, não simplesmente um ato de relembrarmos temporariamente um momento histórico da nossa  Revolução Farroupilha.

As mesmas causas daquela revolução hoje servem para, quem sabe, fazer uma nova revolução. Mas não com armas, uma revolução de ideias, de conceitos, de posturas que nós temos que ter perante a sociedade",

 A Chama Crioula traz em si o reconhecimento pela história e pela trajetória social do gaúcho. Desde então, o acendimento e distribuição da chama crioula se repete anualmente.

O patrão do CTG Pedro Porto senhor André Silveira Paula transpos o fogo da chama crioula no Palanque.

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